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	<title>Comentários sobre: Modelo Mental &#8211; Onde está a mente?</title>
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		<title>Por: Luciano Lobato</title>
		<link>http://www.psicologiadigital.com/2009/06/24/modelo-mental-onde-esta-a-mente/comment-page-1/#comment-9</link>
		<dc:creator>Luciano Lobato</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 12:39:58 +0000</pubDate>
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		<description>Oi Thiago,

O problema é que mesmo não sendo a experiência anterior com um artefato específico, o usuário vai se basear em sua experiência prévia com outros artefatos (da mesma categoria em questão) pra criar expectativas, julgar e tomar decisões frente ao artefato. Poderíamos considerar este um processo comportamental de generalização de estímulos aqui, não? O constructo de modelo mental acaba não sendo necessário para explicar o comportamento do usuário (suas expectativas, julgamentos e decisões). Temos variáveis (dependentes - o comportamento do usuário) que são influenciadas por outras variáveis (independentes - sua experiência prévia com esse e outros artefatos). Mudando as VIs, obtemos mudanças nas VDs. Não é, em grande parte nisso (experimentos), que consiste a ciência, e consequentemente, a psicologia? =)

Podeos falar que o comportamento atual do usuário frente à um artefato é função da experiência anterior deste com artefatos que pertencem à mesma categoria (classe de estímulos). Se o comportamento do usuário muda (&quot;readaptar o modelo mental&quot;), temos um processo de discriminação. Embora mais complexo à primeira vista, mais parcimonioso e mais útil do que o constructo de modelo mental, não?

Sobre o problema modelo mental x modelo corporal, tem uma frase já meio clássica: &quot;What is Mind? No matter. What is Matter? Never mind.&quot;

[]s!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Thiago,</p>
<p>O problema é que mesmo não sendo a experiência anterior com um artefato específico, o usuário vai se basear em sua experiência prévia com outros artefatos (da mesma categoria em questão) pra criar expectativas, julgar e tomar decisões frente ao artefato. Poderíamos considerar este um processo comportamental de generalização de estímulos aqui, não? O constructo de modelo mental acaba não sendo necessário para explicar o comportamento do usuário (suas expectativas, julgamentos e decisões). Temos variáveis (dependentes &#8211; o comportamento do usuário) que são influenciadas por outras variáveis (independentes &#8211; sua experiência prévia com esse e outros artefatos). Mudando as VIs, obtemos mudanças nas VDs. Não é, em grande parte nisso (experimentos), que consiste a ciência, e consequentemente, a psicologia? =)</p>
<p>Podeos falar que o comportamento atual do usuário frente à um artefato é função da experiência anterior deste com artefatos que pertencem à mesma categoria (classe de estímulos). Se o comportamento do usuário muda (&#8220;readaptar o modelo mental&#8221;), temos um processo de discriminação. Embora mais complexo à primeira vista, mais parcimonioso e mais útil do que o constructo de modelo mental, não?</p>
<p>Sobre o problema modelo mental x modelo corporal, tem uma frase já meio clássica: &#8220;What is Mind? No matter. What is Matter? Never mind.&#8221;</p>
<p>[]s!</p>
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		<title>Por: Frederick van Amstel</title>
		<link>http://www.psicologiadigital.com/2009/06/24/modelo-mental-onde-esta-a-mente/comment-page-1/#comment-8</link>
		<dc:creator>Frederick van Amstel</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 00:45:11 +0000</pubDate>
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		<description>Como o interesse são os esquemas mentais (construtos abstratos acerca da realidade tais como classificações e mapas), os esquemas corporais (reflexos, sensações, automatismos) são desconsiderados. É por isso que meu amigo Horácio descreveu o problema das pessoas mandarem email pra ele escrevendo &quot;Caro Horário&quot; como sendo no &quot;modelo dedal&quot;. O esquema não está na mente, está no corpo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Como o interesse são os esquemas mentais (construtos abstratos acerca da realidade tais como classificações e mapas), os esquemas corporais (reflexos, sensações, automatismos) são desconsiderados. É por isso que meu amigo Horácio descreveu o problema das pessoas mandarem email pra ele escrevendo &#8220;Caro Horário&#8221; como sendo no &#8220;modelo dedal&#8221;. O esquema não está na mente, está no corpo.</p>
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		<title>Por: Thiago Tavano Sammartino</title>
		<link>http://www.psicologiadigital.com/2009/06/24/modelo-mental-onde-esta-a-mente/comment-page-1/#comment-7</link>
		<dc:creator>Thiago Tavano Sammartino</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 23:47:39 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Luciano,

Estava dando um olhada no seu Blog e achei bem interessante, principalmente o que aborda Cognição Aumentada e IHC.

Voltando ao seu comentário e já aproveitando pra comentar o do Fred também. De acordo com Norman, criamos nossos Moldelos Mentais de acordo com nossas experiências. Porém, segundo ele próprio afirma, também é possível criarmos um Modelo Mental sem antes termos passado pela experiência. O que, para mim, faz muito sentido. Claro, será um modelo conceitual baseado em outras experiências/conhecimentos prévios, mas não deixa de ser um modelo.

Concordo com você da impossibilidade de mexermos diretamente na representação interna de uma pessoa. Mas trabalhar com sua experiência em sí seria a única maneira? Não seria possível apresentarmos elementos conceituais que o fizesse repensar/re-adaptar seu modelo previamente criado?

Pensando assim, acho que é possível, mas tornar esses n fatores de experiência em algo um pouco menos obscuros. Neste caso, não sei se o constructo teórico se perde tanto assim, uma vez que ele não é determinista e sim nos faz pensar que essas variáveis existem e que os usuários possuem seus próprios Modelos Mentais e que não podemos controlá-lo.

Já no comentário do Fred, fiquei um pouco na dúvida, sobre o que você entende por &quot;expectativa corporal&quot; e por que elas não seriam consideradas...

Abraços!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Luciano,</p>
<p>Estava dando um olhada no seu Blog e achei bem interessante, principalmente o que aborda Cognição Aumentada e IHC.</p>
<p>Voltando ao seu comentário e já aproveitando pra comentar o do Fred também. De acordo com Norman, criamos nossos Moldelos Mentais de acordo com nossas experiências. Porém, segundo ele próprio afirma, também é possível criarmos um Modelo Mental sem antes termos passado pela experiência. O que, para mim, faz muito sentido. Claro, será um modelo conceitual baseado em outras experiências/conhecimentos prévios, mas não deixa de ser um modelo.</p>
<p>Concordo com você da impossibilidade de mexermos diretamente na representação interna de uma pessoa. Mas trabalhar com sua experiência em sí seria a única maneira? Não seria possível apresentarmos elementos conceituais que o fizesse repensar/re-adaptar seu modelo previamente criado?</p>
<p>Pensando assim, acho que é possível, mas tornar esses n fatores de experiência em algo um pouco menos obscuros. Neste caso, não sei se o constructo teórico se perde tanto assim, uma vez que ele não é determinista e sim nos faz pensar que essas variáveis existem e que os usuários possuem seus próprios Modelos Mentais e que não podemos controlá-lo.</p>
<p>Já no comentário do Fred, fiquei um pouco na dúvida, sobre o que você entende por &#8220;expectativa corporal&#8221; e por que elas não seriam consideradas&#8230;</p>
<p>Abraços!</p>
]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Por: Luciano Lobato</title>
		<link>http://www.psicologiadigital.com/2009/06/24/modelo-mental-onde-esta-a-mente/comment-page-1/#comment-6</link>
		<dc:creator>Luciano Lobato</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 18:16:18 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://psicologiadainformacao.wordpress.com/?p=35#comment-6</guid>
		<description>Oi Thiago,

Legal conhecer outro psicólogo atuando no meio.

Eu acho bacana o conceito de modelo mental, pois ajuda o designer a pensar do ponto de vista do usuário. Mas como modelo explicativo, acho um pouco infértil. Do jeito que o Norman usa, significa simplesmente uma representação interna do artefato, com base na qual ele faz julgamentos e toma decisões. Como que esse constructo é formado? Através das experiências. Esse constructo acaba sendo um intermediário (talvez não necessário) entre as ações do usuário e a experiência. Se a gente quiser mexer nas ações do usuário, podemos mexer nessa representação interna? Não, temos que mexer na experiência do usuário. Logo, as variáveis independentes (VIs) acabam sendo n fatores da experiência do usuário, enquanto que as variáveis dependentes (VDs) acabam sendo as reações do usuário ao artefato. O constructo teórico aí acaba perdendo um pouco o valor explicativo, concorda?

Também curto o cognitivismo (tenho curtido a teoria computacional da mente, mesmo com um pouco de ceticismo) e o behaviorismo radical. Mas acho que muitas explicações do cognitivismo acabam sendo pseudo-explicações, que apenas satisfazem a curiosidade, mas não vão mais além.

Em relação à tua pergunta inicial (onde fica a mente), eu acho que a pergunta é tão complexa, que toda abordagem da psicologia tem uma filosofia da ciência diferente (o behaviorismo radical parte da premissa que não é a mente que deve ser estudada, mas o comportamento; o cognitivismo parte da premissa de que a mente é um processador de informação; a psicanálise parte dos conhecimentos neurológicos da época e por aí vai).

[]s!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi Thiago,</p>
<p>Legal conhecer outro psicólogo atuando no meio.</p>
<p>Eu acho bacana o conceito de modelo mental, pois ajuda o designer a pensar do ponto de vista do usuário. Mas como modelo explicativo, acho um pouco infértil. Do jeito que o Norman usa, significa simplesmente uma representação interna do artefato, com base na qual ele faz julgamentos e toma decisões. Como que esse constructo é formado? Através das experiências. Esse constructo acaba sendo um intermediário (talvez não necessário) entre as ações do usuário e a experiência. Se a gente quiser mexer nas ações do usuário, podemos mexer nessa representação interna? Não, temos que mexer na experiência do usuário. Logo, as variáveis independentes (VIs) acabam sendo n fatores da experiência do usuário, enquanto que as variáveis dependentes (VDs) acabam sendo as reações do usuário ao artefato. O constructo teórico aí acaba perdendo um pouco o valor explicativo, concorda?</p>
<p>Também curto o cognitivismo (tenho curtido a teoria computacional da mente, mesmo com um pouco de ceticismo) e o behaviorismo radical. Mas acho que muitas explicações do cognitivismo acabam sendo pseudo-explicações, que apenas satisfazem a curiosidade, mas não vão mais além.</p>
<p>Em relação à tua pergunta inicial (onde fica a mente), eu acho que a pergunta é tão complexa, que toda abordagem da psicologia tem uma filosofia da ciência diferente (o behaviorismo radical parte da premissa que não é a mente que deve ser estudada, mas o comportamento; o cognitivismo parte da premissa de que a mente é um processador de informação; a psicanálise parte dos conhecimentos neurológicos da época e por aí vai).</p>
<p>[]s!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Por: Frederick van Amstel</title>
		<link>http://www.psicologiadigital.com/2009/06/24/modelo-mental-onde-esta-a-mente/comment-page-1/#comment-5</link>
		<dc:creator>Frederick van Amstel</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 02:44:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://psicologiadainformacao.wordpress.com/?p=35#comment-5</guid>
		<description>Olá Thiago! Bacana seu blog!

Um dos teóricos responsáveis pela disseminação do conceito de modelo mental é Donald Norman, um psicólogo da linha cognitiva de processamento de informação. Aqui tem uma entrevista com ele:

http://piraua.wordpress.com/2007/09/13/entrevista-com-donald-norman-sobre-modelos-mentais/

Basicamente, ele usa o modelo mental para referir-se a construtos baseados na experiência prévia e expectativa sobre um objeto. Em suma, uma conceitualização acerca das funções dos objetos.

Se o designer deseja que haja uma boa interação, então ele deve &quot;descobrir&quot; qual é o modelo mental do usuário sobre o que está projetando e atingir o máximo de compatibilidade com o modelo.

O problema é que, como a mente de Norman é um construto abstrato, a experiência e expectativa corporal não é considerada. O que interessa para Norman são os esquemas abstratos que formamos para a interação. Na verdade, a proposta é usar estes mesmos modelos abstratos para modelar os sistemas de interação. A questão para o designer de interação é se isso é de fato possível ou se não passa de generalizações inúteis!

Sugestão: posta esse texto no blog do Instituto tb. Acho que vai ser bacana discutir com os colegas por lá.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Thiago! Bacana seu blog!</p>
<p>Um dos teóricos responsáveis pela disseminação do conceito de modelo mental é Donald Norman, um psicólogo da linha cognitiva de processamento de informação. Aqui tem uma entrevista com ele:</p>
<p><a href="http://piraua.wordpress.com/2007/09/13/entrevista-com-donald-norman-sobre-modelos-mentais/" rel="nofollow">http://piraua.wordpress.com/2007/09/13/entrevista-com-donald-norman-sobre-modelos-mentais/</a></p>
<p>Basicamente, ele usa o modelo mental para referir-se a construtos baseados na experiência prévia e expectativa sobre um objeto. Em suma, uma conceitualização acerca das funções dos objetos.</p>
<p>Se o designer deseja que haja uma boa interação, então ele deve &#8220;descobrir&#8221; qual é o modelo mental do usuário sobre o que está projetando e atingir o máximo de compatibilidade com o modelo.</p>
<p>O problema é que, como a mente de Norman é um construto abstrato, a experiência e expectativa corporal não é considerada. O que interessa para Norman são os esquemas abstratos que formamos para a interação. Na verdade, a proposta é usar estes mesmos modelos abstratos para modelar os sistemas de interação. A questão para o designer de interação é se isso é de fato possível ou se não passa de generalizações inúteis!</p>
<p>Sugestão: posta esse texto no blog do Instituto tb. Acho que vai ser bacana discutir com os colegas por lá.</p>
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		<title>Por: Thiago Tavano Sammartino</title>
		<link>http://www.psicologiadigital.com/2009/06/24/modelo-mental-onde-esta-a-mente/comment-page-1/#comment-4</link>
		<dc:creator>Thiago Tavano Sammartino</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 15:05:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://psicologiadainformacao.wordpress.com/?p=35#comment-4</guid>
		<description>Uhuull! Meu primeiro comentário!! Valeu Paula!

Pois é, acabei não citando Piaget nem Vygotsky por que fiquei com medo desse Post ficar gigante.

Mas acredito que tem a ver sim, de acordo com nossos amigos ai de cima, o desenvolvimento psicológico é um processo contínuo e as diferenças individuais crescem com a acumulação de experiências percebidas em seu ambiente físico e social. Percepção é a forma própria que cada indivíduo possui de organizar o mundo perceptivo e que “ocorre instantaneamente sempre que vemos ou ouvimos diferentes formas ou padrões”, ou seja, as famosas “assimilações e acomodações”.

Pra mim a teoria cognitivo-comportamental é interessante, mas as vezes tenta ser objetiva demais, dando uma impressão um pouco superficial de como nosso pensamento funciona.

O próximo Post sobre os modelos de acordo com a psicanálise está quase saindo!! Espero que esse sim gere mais discussões e reflexões!

Até lá!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Uhuull! Meu primeiro comentário!! Valeu Paula!</p>
<p>Pois é, acabei não citando Piaget nem Vygotsky por que fiquei com medo desse Post ficar gigante.</p>
<p>Mas acredito que tem a ver sim, de acordo com nossos amigos ai de cima, o desenvolvimento psicológico é um processo contínuo e as diferenças individuais crescem com a acumulação de experiências percebidas em seu ambiente físico e social. Percepção é a forma própria que cada indivíduo possui de organizar o mundo perceptivo e que “ocorre instantaneamente sempre que vemos ou ouvimos diferentes formas ou padrões”, ou seja, as famosas “assimilações e acomodações”.</p>
<p>Pra mim a teoria cognitivo-comportamental é interessante, mas as vezes tenta ser objetiva demais, dando uma impressão um pouco superficial de como nosso pensamento funciona.</p>
<p>O próximo Post sobre os modelos de acordo com a psicanálise está quase saindo!! Espero que esse sim gere mais discussões e reflexões!</p>
<p>Até lá!</p>
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		<title>Por: Paula Galvão de Barba</title>
		<link>http://www.psicologiadigital.com/2009/06/24/modelo-mental-onde-esta-a-mente/comment-page-1/#comment-3</link>
		<dc:creator>Paula Galvão de Barba</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jun 2009 02:22:16 +0000</pubDate>
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		<description>Muito legal o texto, Thiago. Não sei onde se encaixaria Piaget e sua turma aí com aquela questão de assimilação e acomodação, mas é pelo mesmo fio da meada. Como simpatizante da psicanálise, mal posso esperar pelo próximo post!!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Muito legal o texto, Thiago. Não sei onde se encaixaria Piaget e sua turma aí com aquela questão de assimilação e acomodação, mas é pelo mesmo fio da meada. Como simpatizante da psicanálise, mal posso esperar pelo próximo post!!</p>
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