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	<title>Psicologia Digital &#187; internet</title>
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	<description>A Psicologia frente ao desenvolvimento da mídia e da tecnologia</description>
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		<title>Pacientes recorrem a psicólogo via web</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 23:26:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Tavano Sammartino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>

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		<description><![CDATA[A terapia online já é um tema antigo nas discussões nas universidades espalhadas por aí. Até pouco tempo atrás, repudiada por muitos. Porém, não tem mais como negar que a tecnologia está aí, disponível e ao acesso de todos. A questão agora deixa de ser se é certo ou errado, se pode ou não pode, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A terapia online já é um tema antigo nas discussões nas universidades espalhadas por aí. Até pouco tempo atrás, repudiada por muitos. Porém, não tem mais como negar que a tecnologia está aí, disponível e ao acesso de todos. A questão agora deixa de ser se é certo ou errado, se pode ou não pode, mas sim, em como deve ser feita.</p>
<div id="attachment_207" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-207" title="terapia_online" src="http://www.psicologiadigital.com/wp-content/uploads/2009/09/terapia_online-300x210.jpg" alt="Pacientes começam a buscar terapia via web" width="300" height="210" /><p class="wp-caption-text">Pacientes começam a buscar terapia via web</p></div>
<p>Segue abaixo uma matéria que saiu sexta-feira na Folha de São Paulo sobre esse assunto.</p>
<p><strong>Pacientes recorrem a psicólogo via web; prática divide especialistas</strong></p>
<p><strong>JULLIANE SILVEIRA</strong><br />
da <strong>Folha de S.Paulo</strong></p>
<p>Cidades diferentes, dificuldade de locomoção, necessidade extrema de sigilo. São vários os motivos que têm levado pacientes em todo o mundo a buscar orientação psicológica ou psicoterapia pela internet -tanto em bate-papos virtuais por programas como Skype ou MSN Messenger quanto por e-mail, com ou sem webcam.</p>
<p><span id="more-206"></span>Diversos estudos internacionais buscam entender os efeitos da psicoterapia à distância, como um trabalho realizado com 297 pacientes britânicos, divulgado em agosto numa edição especial sobre saúde mental da revista &#8220;Lancet&#8221;.</p>
<p>Constatou-se que a terapia cognitivo-comportamental via internet é mais efetiva para tratar depressão do que uma simples consulta com clínico-geral, desde que realizada em tempo real (em conversas virtuais). Isso mostra que o acompanhamento psicológico pela internet pode surtir efeito.</p>
<p>A cirurgiã Adriana Brasil Moreira, 37, aprova a técnica. Ela morava no Rio de Janeiro e fez acompanhamento psicológico durante um ano com uma especialista com quem adquiriu muita afinidade. Ela teve de se mudar para Piracicaba, no interior de São Paulo.</p>
<p>&#8220;Queria continuar fazendo terapia, mas não confiava em mais ninguém. Sou médica e sei o quanto qualquer tipo de intervenção é séria, principalmente a psicológica. Além disso, meus horários são muito fora do comum, tenho pouco tempo livre&#8221;, diz. Ela propôs à especialista carioca que continuassem a terapia por meio de webcam, uma vez por semana, durante uma hora.</p>
<p>Há cerca de dois anos, Adriana faz terapia pela internet e obteve bons resultados. &#8220;Foi muito importante. Não é igual, mas temos o mesmo ritmo de pensamento e conseguimos nos adaptar de uma forma perfeita, porque foi a única opção que me restou. Foi melhor do que fazer com alguém com quem eu não me identificasse. Quando existe resultado num tipo de tratamento, vale a pena adaptar a forma em prol do conteúdo. Em vez de mudar o terapeuta, mudei a forma&#8221;, diz.</p>
<p>O acompanhamento pela internet em casos de mudança de cidade tem ocorrido com frequência. Em alguns casos, o paciente segue com o psicólogo antigo até encontrar outro especialista na nova localidade. Em outros, decide continuar o tratamento por falta de opção -o que ocorre porque está em um país onde não compreende muito bem a língua ou quando não encontra um terapeuta em quem confie.</p>
<p>No entanto, o CFP (Conselho Federal de Psicologia) limita a prática no país e autoriza somente o que define como orientação psicológica. &#8220;Não existe nenhuma regulamentação sobre isso [continuar o acompanhamento a distância]. Se o paciente sofre um transtorno grave e surta e o profissional não está no local, ele tem de responder eticamente por isso. Resolver uma questão pontual com a ajuda do e-mail é uma coisa, fazer o tratamento é outra&#8221;, alerta Andréia Nascimento, conselheira do CFP.</p>
<p>Enquanto a terapia tem tempo indeterminado e trabalha diversas questões relacionadas à vida do paciente, a orientação visa ajudá-lo a resolver um problema pontual, como a escolha da profissão que quer seguir ou alguma dificuldade sexual específica, entre outras questões.</p>
<p>De acordo com o CFP, não existem pesquisas brasileiras que mostrem resultados satisfatórios da prática a longo prazo. &#8220;Não podemos afirmar que uma coisa que é boa no Japão vai ser boa aqui. Então, é preciso que sejam feitas pesquisas aqui. Enquanto fica apenas no que pensam os psicólogos, não podemos fazer nada&#8221;, afirma Nascimento.</p>
<p>A psicoterapia pela internet só é autorizada no país para a realização de pesquisas. Nesse caso, o pesquisador precisa registrar seu projeto junto ao Conselho Nacional de Saúde, que deverá aprovar o trabalho.</p>
<p>O conselho tem a mesma opinião sobre o acompanhamento psicológico por telefone, prática também utilizada por alguns especialistas. &#8220;Não está na lei, mas isso não quer dizer que pode fazer. É preciso que o profissional se embase cientificamente, procure o conselho regional para saber se é possível ou não fazer&#8221;, diz Nascimento.</p>
<p>Alguns grupos buscam estudar e definir as diferenças entre a orientação psicológica e a psicoterapia e defendem que, se em algum momento a psicoterapia via internet for aprovada no Brasil, deverão ser desenvolvidas novas técnicas e formas de trabalho, diferentes da maneira como a psicoterapia convencional é conduzida hoje.</p>
<p>&#8220;Existe uma tendência mundial de que a tecnologia seja usada de formas úteis e criativas. Acredito que seja preciso criar novas formas de intervenções terapêuticas -um método de trabalho de caráter terapêutico diferente da psicoterapia como conhecemos hoje. Não é apenas transpor a terapia convencional para a internet, mas sim estudar como seria a terapia mediada por essa via&#8221;, afirma Rosa Farah, coordenadora do Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática da PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo.</p>
<p>Link da reportagem: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u621960.shtml">http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u621960.shtml</a></p>
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		<title>Efeito da desinibição online</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Sep 2009 16:12:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Tavano Sammartino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Efeito da desinibição]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[A segurança na internet é um tema em desenvolvimento com várias discussões nas mais diversas áreas. Encontramos facilmente artigos que vão desde a segurança tecnológica dos sites até sobre temas educacionais. No entanto, ainda são poucos os estudos que visam entender a Psicologia na internet. A procura de mais artigos para meu Blog deparei-me com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A segurança na internet é um tema em desenvolvimento com várias discussões nas mais diversas áreas. Encontramos facilmente artigos que vão desde a segurança tecnológica dos sites até sobre temas educacionais. No entanto, ainda são poucos os estudos que visam entender a Psicologia na internet.</p>
<p>A procura de mais artigos para meu Blog deparei-me com um artigo sobre um fenômeno chamado &#8220;Efeito da desinibição online&#8221; &#8211; The Online Disinhibition Effect &#8211; proposto pelo psicólogo John Suler, do Departamento de Psicologia do Centro de Ciência e Tecnologia da Rider University.</p>
<p><img class="alignnone size-medium wp-image-190" title="efeito_desinibição" src="http://www.psicologiadigital.com/wp-content/uploads/2009/09/efeito_desinibição-300x219.jpg" alt="efeito_desinibição" width="300" height="219" /></p>
<p>Segundo o pesquisador, este efeito possui dois lados. Algumas vezes as pessoas dividem informações e sentimentos muito pessoais, revelam segredos, emoções, medos e desejos e demonstrações de bondade e generosidade incomuns. Esse efeito pode ser chamado de desinibição benigna caso esteja auxiliando a pessoa a se expressar melhor.</p>
<p><span id="more-186"></span>Por outro lado, o efeito da desinibição pode não ser tão benigno assim quando utilizado para a divulgação de racismos, preconceitos, roubos, pornografia e violência através de espaços que a internet proporciona que não seriam visitados no mundo real. Dessa forma, o efeito é chamado de desnibição tóxica.</p>
<p>No lado positivo, a desinibição indica uma tentativa de entender e explorar a nós mesmos, trabalhando nossos problemas e encontrando novas maneiras de ser. Já as desinibições tóxicas, algumas vezes, representam uma espécie de catarse, uma forma de realização de desejos proibidos.</p>
<p>Mas o que causa essa desinibição? O que há na internet que consegue romper com essa barreira psicológica que bloqueia essas vontades e sentimentos tão íntimos? Segundo Suler, são vários os fatores envolvidos e na maioria das vezes estes fatores estão interagindo um com os outros, resultando em um efeito mais complexo e amplo.</p>
<p><strong>Você não me conhece (anonimato/dissociação)</strong></p>
<p>A maioria das pessoas com as quais você cruza pela internet não consegue facilmente dizer quem é você. Obviamente que existem maneiras de se identificar um determinado usuário na internet, mas para a grande maioria dos usuários você é o que você diz ser. Quando as pessoas têm a oportunidade de separar suas ações do seu mundo real e ainda preservando suas identidades, elas se sentem menos vulneráveis.</p>
<p>Ao expressar um sentimento hostil, por exemplo, a pessoa não precisa assumir a responsabilidade por essa ação. Na verdade, algumas pessoas nem mesmo reconhecem esses comportamentos como sendo &#8220;delas mesmas&#8221;. Na psicologia isso é chamado de &#8220;dissociação&#8221;.</p>
<p><strong>Você não pode me ver (invisibilidade)</strong></p>
<p>A oportunidade de ser fisicamente invisível aumenta o efeito da desinibição. O fato de não haver um contato físico (principalmente visual) numa conversa de texto entre você e outra pessoa na internet faz com que você se preocupe menos em dizer certas coisas. Suler explica  que podemos perceber esse fator quando a pergunta &#8220;Você falaria isso na cara dessa pessoa?&#8221; for negativa.</p>
<p><strong>Te vejo mais tarde (assincronicidade)</strong></p>
<p>O fato de não precisarmos lidar com a reação imediata de uma pessoa pode ser desinibidora. Algumas vezes esse efeito pode ser comparado com um &#8220;bater e correr emocional&#8221;, de acordo com Suler. Poder considerar como as pessoas provavelmente irão reagir a alguma coisa mais de uma vez nos ajuda a desenvolver uma habilidade de prever suas respostas e, assim, criar uma empatia com elas.</p>
<p><strong>Está tudo na minha cabeça (introjeção solipicista</strong>)</p>
<p>Quando estamos concentrado em um bate-papo na internet geralmente &#8220;escutamos&#8221; a conversação em nossa mente e &#8220;sub-vocalizamos&#8221; o que estamos lendo. Conseguimos inclusive interpretar o tom de voz e escutar o que está sendo dito da maneira como gostaríamos que estivesse sendo dito.</p>
<p><strong>É apenas um jogo (imaginação d</strong><strong>issociativa</strong>)</p>
<p>Neste cenário, as pessoas lidam com a interação com outras pessoas como sendo uma dimensão &#8220;faz-de-conta&#8221;, totalmente separada das demandas e responsabilidades mundanas. Elas acreditam que podem sair a qualquer momento deste jogo, deixando inclusive essa identidade fictícia para trás.</p>
<p><strong>Somos todos iguais (autoridade minimizada</strong><strong></strong>)</p>
<p>A internet proporciona um sentimento de igualdade que nos encoraja a dizer o que pensamos de forma a minimizar as relações de poder que podem existir entre as pessoas presencialmente. Esse fator, também contribui para o efeito da desinibição online.</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;">
<div>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;">It&#8217;s well known that people say and do things in cyberspace that they wouldn&#8217;t ordinarily say or do in the face-to-face world. They loosen up, feel more uninhibited, express themselves more openly. Researchers call this the &#8220;disinhibition effect.&#8221; It&#8217;s a double-edged sword. Sometimes people share very personal things about themselves. They reveal secret emotions, fears, wishes. Or they show unusual acts of kindness and generosity. We may call this <em>benign disinhibition</em>. </span></div>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"> On the other hand, the disinhibition effect may not be so benign. Out spills rude language and harsh criticisms, anger, hatred, even threats. Or people explore the dark underworld of the internet, places of pornography and violence, places they would never visit in the real world. We might call this <em>toxic disinhibition</em>.</span></p>
<p><span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: x-small;"> On the benign side, the disinhibition indicates an attempt to understand and explore oneself, to work through problems and find new ways of being. And sometimes, in toxic disinhibition, it is simply a blind catharsis, an acting out of unsavory needs and wishes without any personal growth at all.</span></p>
<p>What causes this online disinhibition? What is it about cyberspace that loosens the psychological barriers that block the release of these inner feelings and needs? Several factors are at play. For some people, one or two of them produces the lion&#8217;s share of the disinhibition effect. In most cases, though, these factors interact with each other, supplement each other, resulting in a more complex, amplified effect.</p></div>
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		<title>Internet em BRAILLE</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 17:36:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Tavano Sammartino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia da Informação]]></category>
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		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[A UNESP está com um projeto de pesquisa para o desenvolvimento de um console em braille capaz de permitir aos deficientes visuais acesso às informações da internet em tempo real. O trabalho visa à construção de um dispositivo eletromecânico, reconfigurável em tempo real, capaz de exibir todos os diferentes sinais do alfabeto braille em uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignleft" style="width: 200px"><img title="Internet em Braille" src="http://www.agencia.fapesp.br/fotos/2009/25/foto_dentro10644_1.jpg" alt="" width="190" height="140" /><p class="wp-caption-text">Internet em Braille</p></div>
<p>A UNESP está com um projeto de pesquisa para o desenvolvimento de um console em braille capaz de permitir aos deficientes visuais acesso às informações da internet em tempo real.</p>
<p>O trabalho visa à construção de um dispositivo eletromecânico, reconfigurável em tempo real, capaz de exibir todos os diferentes sinais do alfabeto braille em uma matriz de pontos que se elevam e abaixam em uma superfície de referência.</p>
<p>O projeto foi finalista regional do Prêmio Santander de Ciência e Inovação de 2008, na categoria Tecnologia da Informação e Comunicação e está em fase de construção do hardware. O dispositivo não converte arquivos de texto em áudio, uma vez que já existem outros equipamentos capazes de fazer isso.</p>
<p>A tecnologia de computação tem tornado possível o rompimento das barreiras em relação aos portadores de deficiência visual. Antes, um texto extenso demorava horas para ser criado manualmente em braille. Hoje, o processo leva minutos com o uso de impressoras específicas para o sistema.</p>
<p>Leia mais em <a title="Internet em braille" href="http://www.agencia.fapesp.br/materia/10644/especiais/internet-em-braille.htm">http://www.agencia.fapesp.br/materia/10644/especiais/internet-em-braille.htm</a></p>
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		<title>Terapia pela Internet</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 20:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Tavano Sammartino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>

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		<description><![CDATA[É possível fazer terapia via internet? Esta questão possui alguns desdobramentos, neste texto abordaremos dois pontos de vista. Um primeiro coloca sobre a importância da relação psicoterapêutica ser presencial, pois há uma variedade de elementos a serem avaliados, como: sentimentos, expressões, raivas, angústias, alegrias, etc., que são compartilhadas das mais diversas formas durante o encontro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">É possível fazer terapia via internet?</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_115" class="wp-caption alignleft" style="width: 230px"><img class="size-full wp-image-115" title="terapia online" src="http://psicologiadigital.tempsite.ws/wp/wp-content/uploads/2009/07/terapia-online.jpg" alt="Terapia online" width="220" height="148" /><p class="wp-caption-text">Terapia online</p></div>
<p style="text-align: justify;">Esta questão possui alguns desdobramentos, neste texto abordaremos dois pontos de vista. Um primeiro coloca sobre a importância da relação psicoterapêutica ser presencial, pois há uma variedade de elementos a serem avaliados, como: sentimentos, expressões, raivas, angústias, alegrias, etc., que são compartilhadas das mais diversas formas durante o encontro terapêutico e, portanto, a terapia deve ser presencial.<br />
E, um segundo, evidencia a aliança de trabalho como ponto fundamental e esta pode ocorrer de várias formas entre elas as eletrônicas, sobretudo com um seleto grupo de pessoas que detêm a facilidade na expressão escrita, a internet se mostra uma promissora via para terapia e deve ser melhor estudada.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-90"></span></p>
<p>Sobre a terapia na internet algumas denominações estão sendo utilizadas, como: terapia on-line, psyberterapia, psyberpsicoterapia, psyberatendimento, cyberterapia, cyberpsicoterapia, cyberatendimento, e-terapia, webpsicoterapia, webpsicanálise, etc. Independentemente das denominações ou variantes, há uma ampla discussão sobre a validade das terapias não presenciais que utilizem qualquer tipo de meio de transmissão de dados na relação entre o terapeuta e o paciente.</p>
<p>O Conselho Federal de Psicologia &#8211; CFP, na resolução número 12, editada em agosto de 2005, evidencia, entre outros, os seguintes pontos:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>a resolução número 03 de 2000 fica revogada;</li>
<li> o trabalho do psicólogo deve ser conduzido por conhecimentos e técnicas fundamentados na ciência psicológica;</li>
<li> o código de ética profissional tem entre outros fundamentos a manutenção da confidencialidade e intimidade dos clientes e</li>
<li> o atendimento psicoterapêutico mediado via computador (e outros meios não-presenciais) não foram suficientemente estudados.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Na resolução 12 o CFP toma como base os tópicos acima, e também alguns outros que foram omitidos para simplificar este texto, para deliberar que o atendimento terapêutico ou psicoterápico via computador e/ou internet deve:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li> ser parte integrante de um projeto de pesquisa;</li>
<li> ser gratuíto;</li>
<li> tenha o protocolo de ética conforme o Conselho Nacional de Saúde;</li>
<li> o pesquisador, a pesquisa, o site, as respectivas páginas e os e-mails utilizados para troca de mensagens, devem estar credenciados junto ao Conselho Federal de Psicologia;</li>
<li> ter o consentimento expresso do paciente que irá se submeter a um processo experimental, cuja privacidade não poderá ser garantida;</li>
<li> permitir o direito do paciente desistir a qualquer tempo;</li>
<li> permitir ao paciente vetar a utilização de seus dados;</li>
<li> garantir ao paciente que qualquer dado publicado pelo pesquisador irá salvaguardar sua identificação;</li>
<li> garantir que todos os dados dos atendimentos serão criptografados e</li>
<li> informar imediatamente a todos envolvidos qualquer violação que comprometa a confidencialidade dos dados.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Há algumas modalidades de serviços não psicoterapêuticos mediados por computador são permitidos pelo Conselho Federal de Psicologia e podem ser cobrados, desde que o valor não seja utilizado como chamariz. Dentre estes serviços estão as orientações psicológicas de cunho genérico como: afetivo-sexual, profissional, aprendizagem, empresariais, ergonômica, etc.</p>
<p>Portanto, a psicoterapia via internet, até que se façam avanços teóricos necessários, é restrita às atividades de pesquisa e a internet mais um meio de comunicação como o telefone, fax, carta, etc.</p>
<p><strong>Referências bibliográficas</strong></p>
<p>Conselho Federal de Psicologia url: www.cfp.org.br</p>
<p>PRADO, Oliver Zancul.  Terapia via internet e relação terapêutica. São Paulo, 2002. Dissertação (Mestrado em Psicologia), Universidade de São Paulo, Departamento de Psicologia Clínica.</p>
<p>PRADO, O. Z.; MEYER, S. B. Avaliação da relação terapêutica na terapia assíncrona via internet.  Psicologia em Estudo, Maringá, v. 11, n. 2, p. 247-257, mai./ago. 2006. &gt;</p>
<p style="text-align: justify;">*Fonte: <a title="www.awmueller.com" href="http://www.awmueller.com/" target="_blank">http://www.awmueller.com</a></p>
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		<title>Identidade na era da www</title>
		<link>http://www.psicologiadigital.com/2009/06/27/identidade-na-era-da-www/</link>
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		<pubDate>Sat, 27 Jun 2009 22:28:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Tavano Sammartino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[Modernidade Líquida]]></category>

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		<description><![CDATA[Navegando hoje pela internet me deparei com esse texto bem interessante! Comecei a ler recentemente o livro Modernidade Líquida e realmente vale a pena! Este texto conseguiu expressar um pouco do que estou pensando, até agora, sobre essa nova lógica espaço-tempo que a tecnologia e a informação instantânea tem provocado. E aí? Vocês concordam? A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignleft size-full wp-image-52" title="man_computer" src="http://psicologiadigital.tempsite.ws/wp/wp-content/uploads/2009/06/man_computer.jpg" alt="man_computer" width="111" height="96" />Navegando hoje pela internet me deparei com esse texto bem interessante!</p>
<p style="text-align: justify;">Comecei a ler recentemente o livro Modernidade Líquida e realmente vale a pena! Este texto conseguiu expressar um pouco do que estou pensando, até agora, sobre essa nova lógica espaço-tempo que a tecnologia e a informação instantânea tem provocado. E aí? Vocês concordam?</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-42"></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A Identidade na era da www</strong></p>
<p style="text-align: justify;">As velocidades nessa pós-modernidade estão de tal forma aceleradas que uma das palavras mais conhecidas pelos internautas de todo o mundo não tem mais de dez anos, é o nome do mecanismo de busca <em>Google</em>. O termo <em>Google</em> foi criado em 1998 por Larry Page e Sergey Brin a partir de uma variação, por motivo de registro de marca, do termo matemático <em>googol</em>. Este termo matemático também é recente e foi criado na década de 1940 por Milton Sirota, atendendo a um pedido de seu tio o matemático Edward Kasner, na época também cunhou o termo <em>googolplex</em>. Com aproximadamente seis anos de existência <em>Google</em> virou verbo e em alguns países utilizam <em>to google</em> com o significado de pesquisar na internet.</p>
<p style="text-align: justify;">A inter-relação homem-internet apresenta algumas peculiaridades como o hábito com a velocidade de resposta (<em>feedback</em>) e que acabam por refletir em outras instâncias da vida cotidiana. No próprio resultado de uma busca já se nota uma certa tendência nos relatos dos internautas, sobretudo dos jovens, que compreende uma certa impaciência e falta de perseverança frente a frustração de não encontrar imediatamente algo. E, esta tendência se desdobra numa crença sobre o mundo virtual: <em>se não está na internet não existe no mundo</em>. Uma perigosa inversão na qual a existência de uma página é tida como prova de realidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste mundo em que os significados mudam em grande velocidade têm-se alguns aspectos. Como vantagem a ampliação dos recursos reflexivos devido à velocidade de transmissão de informações, que age como se os espaços ficassem menores. Esta vinculação espaço-tempo cria uma lógica que pode ser expressa como: <em>se rápido logo perto</em>. A desvantagem, dentre outras, está na criação da ilusão: <em>se demorou já passou ou não existe mais</em>. Estas condições propiciam um contínuo confronto e nesses a idéia de identidade, que não se permite mais ser associada à estabilidade. As velocidades, se comparadas às da década de 1980, são de tal monta superiores que deixam uma impressão que mesmo as experiências mais recentes já são parte de um passado. As lógicas subjacentes às expressões <em>instantaneidade</em> e a<em> descartabilidade</em>, até então da área mercadológica, invadiram outras instâncias do cotidiano e tornaram os elementos mais efêmeros, descontínuos e de aparência enganosa, inclusive os sentimentos. (BAUMAN, 2001; SOAR FILHO, 2005).</p>
<p style="text-align: justify;">As indiscutíveis virtudes da virtualidade possuem algumas características interessantes e como exemplo cito um fato interessante, do início deste século XXI, em que um comunicado de resultados, do presidente de uma corporação ligada a internet, continha um tempo verbal inadequado e em questão algumas horas todas as bolsas do mundo registraram uma forte queda. Disse ele: &#8221; &#8230; os resultados poderiam ser melhores &#8230;&#8221;. Não houve análise de quão bons foram, não houve comparação alguma, o caos estava instalado! Este fato que nos remete a pensar na famosa frase de Marx &#8220;tudo que é sólido desmancha no ar&#8221; e também nos permite uma adaptação para a volatilidade desse mundo internáutico: &#8220;<em>tudo que é insólito sublima no virtual</em>&#8220;.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Referências bibliográficas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">AMERICAN Heritage Dictionary.  v. 3.5, California: Softkey, 1994. (CD-ROM)</p>
<p style="text-align: justify;">BAUMAN, Z. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.</p>
<p style="text-align: justify;">LÉVY, Pierre.  As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática.  Rio de Janeiro: Ed. 34, 1993.</p>
<p style="text-align: justify;">SOAR FILHO, Ercy.  Para que terapia?: estudo interdisciplinar sobre o self contemporâneo.   Florianópolis, 2005. Tese (Doutorado Interdisciplinar), Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas.</p>
<p style="text-align: justify;">*Fonte: <a title="www.awmueller.com" href="http://www.awmueller.com" target="_blank">http://www.awmueller.com</a></p>
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