﻿<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Psicologia Digital &#187; terapia</title>
	<atom:link href="http://www.psicologiadigital.com/tag/terapia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.psicologiadigital.com</link>
	<description>A Psicologia frente ao desenvolvimento da mídia e da tecnologia</description>
	<lastBuildDate>Fri, 11 Jun 2010 17:47:04 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0</generator>
		<item>
		<title>Pacientes recorrem a psicólogo via web</title>
		<link>http://www.psicologiadigital.com/2009/09/12/pacientes-recorrem-a-psicologo-via-web/</link>
		<comments>http://www.psicologiadigital.com/2009/09/12/pacientes-recorrem-a-psicologo-via-web/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 12 Sep 2009 23:26:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Tavano Sammartino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.psicologiadigital.com/?p=206</guid>
		<description><![CDATA[A terapia online já é um tema antigo nas discussões nas universidades espalhadas por aí. Até pouco tempo atrás, repudiada por muitos. Porém, não tem mais como negar que a tecnologia está aí, disponível e ao acesso de todos. A questão agora deixa de ser se é certo ou errado, se pode ou não pode, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A terapia online já é um tema antigo nas discussões nas universidades espalhadas por aí. Até pouco tempo atrás, repudiada por muitos. Porém, não tem mais como negar que a tecnologia está aí, disponível e ao acesso de todos. A questão agora deixa de ser se é certo ou errado, se pode ou não pode, mas sim, em como deve ser feita.</p>
<div id="attachment_207" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-207" title="terapia_online" src="http://www.psicologiadigital.com/wp-content/uploads/2009/09/terapia_online-300x210.jpg" alt="Pacientes começam a buscar terapia via web" width="300" height="210" /><p class="wp-caption-text">Pacientes começam a buscar terapia via web</p></div>
<p>Segue abaixo uma matéria que saiu sexta-feira na Folha de São Paulo sobre esse assunto.</p>
<p><strong>Pacientes recorrem a psicólogo via web; prática divide especialistas</strong></p>
<p><strong>JULLIANE SILVEIRA</strong><br />
da <strong>Folha de S.Paulo</strong></p>
<p>Cidades diferentes, dificuldade de locomoção, necessidade extrema de sigilo. São vários os motivos que têm levado pacientes em todo o mundo a buscar orientação psicológica ou psicoterapia pela internet -tanto em bate-papos virtuais por programas como Skype ou MSN Messenger quanto por e-mail, com ou sem webcam.</p>
<p><span id="more-206"></span>Diversos estudos internacionais buscam entender os efeitos da psicoterapia à distância, como um trabalho realizado com 297 pacientes britânicos, divulgado em agosto numa edição especial sobre saúde mental da revista &#8220;Lancet&#8221;.</p>
<p>Constatou-se que a terapia cognitivo-comportamental via internet é mais efetiva para tratar depressão do que uma simples consulta com clínico-geral, desde que realizada em tempo real (em conversas virtuais). Isso mostra que o acompanhamento psicológico pela internet pode surtir efeito.</p>
<p>A cirurgiã Adriana Brasil Moreira, 37, aprova a técnica. Ela morava no Rio de Janeiro e fez acompanhamento psicológico durante um ano com uma especialista com quem adquiriu muita afinidade. Ela teve de se mudar para Piracicaba, no interior de São Paulo.</p>
<p>&#8220;Queria continuar fazendo terapia, mas não confiava em mais ninguém. Sou médica e sei o quanto qualquer tipo de intervenção é séria, principalmente a psicológica. Além disso, meus horários são muito fora do comum, tenho pouco tempo livre&#8221;, diz. Ela propôs à especialista carioca que continuassem a terapia por meio de webcam, uma vez por semana, durante uma hora.</p>
<p>Há cerca de dois anos, Adriana faz terapia pela internet e obteve bons resultados. &#8220;Foi muito importante. Não é igual, mas temos o mesmo ritmo de pensamento e conseguimos nos adaptar de uma forma perfeita, porque foi a única opção que me restou. Foi melhor do que fazer com alguém com quem eu não me identificasse. Quando existe resultado num tipo de tratamento, vale a pena adaptar a forma em prol do conteúdo. Em vez de mudar o terapeuta, mudei a forma&#8221;, diz.</p>
<p>O acompanhamento pela internet em casos de mudança de cidade tem ocorrido com frequência. Em alguns casos, o paciente segue com o psicólogo antigo até encontrar outro especialista na nova localidade. Em outros, decide continuar o tratamento por falta de opção -o que ocorre porque está em um país onde não compreende muito bem a língua ou quando não encontra um terapeuta em quem confie.</p>
<p>No entanto, o CFP (Conselho Federal de Psicologia) limita a prática no país e autoriza somente o que define como orientação psicológica. &#8220;Não existe nenhuma regulamentação sobre isso [continuar o acompanhamento a distância]. Se o paciente sofre um transtorno grave e surta e o profissional não está no local, ele tem de responder eticamente por isso. Resolver uma questão pontual com a ajuda do e-mail é uma coisa, fazer o tratamento é outra&#8221;, alerta Andréia Nascimento, conselheira do CFP.</p>
<p>Enquanto a terapia tem tempo indeterminado e trabalha diversas questões relacionadas à vida do paciente, a orientação visa ajudá-lo a resolver um problema pontual, como a escolha da profissão que quer seguir ou alguma dificuldade sexual específica, entre outras questões.</p>
<p>De acordo com o CFP, não existem pesquisas brasileiras que mostrem resultados satisfatórios da prática a longo prazo. &#8220;Não podemos afirmar que uma coisa que é boa no Japão vai ser boa aqui. Então, é preciso que sejam feitas pesquisas aqui. Enquanto fica apenas no que pensam os psicólogos, não podemos fazer nada&#8221;, afirma Nascimento.</p>
<p>A psicoterapia pela internet só é autorizada no país para a realização de pesquisas. Nesse caso, o pesquisador precisa registrar seu projeto junto ao Conselho Nacional de Saúde, que deverá aprovar o trabalho.</p>
<p>O conselho tem a mesma opinião sobre o acompanhamento psicológico por telefone, prática também utilizada por alguns especialistas. &#8220;Não está na lei, mas isso não quer dizer que pode fazer. É preciso que o profissional se embase cientificamente, procure o conselho regional para saber se é possível ou não fazer&#8221;, diz Nascimento.</p>
<p>Alguns grupos buscam estudar e definir as diferenças entre a orientação psicológica e a psicoterapia e defendem que, se em algum momento a psicoterapia via internet for aprovada no Brasil, deverão ser desenvolvidas novas técnicas e formas de trabalho, diferentes da maneira como a psicoterapia convencional é conduzida hoje.</p>
<p>&#8220;Existe uma tendência mundial de que a tecnologia seja usada de formas úteis e criativas. Acredito que seja preciso criar novas formas de intervenções terapêuticas -um método de trabalho de caráter terapêutico diferente da psicoterapia como conhecemos hoje. Não é apenas transpor a terapia convencional para a internet, mas sim estudar como seria a terapia mediada por essa via&#8221;, afirma Rosa Farah, coordenadora do Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática da PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo.</p>
<p>Link da reportagem: <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u621960.shtml">http://www1.folha.uol.com.br/folha/equilibrio/noticias/ult263u621960.shtml</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.psicologiadigital.com/2009/09/12/pacientes-recorrem-a-psicologo-via-web/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Terapia pela Internet</title>
		<link>http://www.psicologiadigital.com/2009/07/03/terapia-pela-internet/</link>
		<comments>http://www.psicologiadigital.com/2009/07/03/terapia-pela-internet/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 20:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Thiago Tavano Sammartino</dc:creator>
				<category><![CDATA[Psicologia]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[terapia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.psicologiadigital.com/?p=90</guid>
		<description><![CDATA[É possível fazer terapia via internet? Esta questão possui alguns desdobramentos, neste texto abordaremos dois pontos de vista. Um primeiro coloca sobre a importância da relação psicoterapêutica ser presencial, pois há uma variedade de elementos a serem avaliados, como: sentimentos, expressões, raivas, angústias, alegrias, etc., que são compartilhadas das mais diversas formas durante o encontro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">É possível fazer terapia via internet?</p>
<p style="text-align: justify;">
<div id="attachment_115" class="wp-caption alignleft" style="width: 230px"><img class="size-full wp-image-115" title="terapia online" src="http://psicologiadigital.tempsite.ws/wp/wp-content/uploads/2009/07/terapia-online.jpg" alt="Terapia online" width="220" height="148" /><p class="wp-caption-text">Terapia online</p></div>
<p style="text-align: justify;">Esta questão possui alguns desdobramentos, neste texto abordaremos dois pontos de vista. Um primeiro coloca sobre a importância da relação psicoterapêutica ser presencial, pois há uma variedade de elementos a serem avaliados, como: sentimentos, expressões, raivas, angústias, alegrias, etc., que são compartilhadas das mais diversas formas durante o encontro terapêutico e, portanto, a terapia deve ser presencial.<br />
E, um segundo, evidencia a aliança de trabalho como ponto fundamental e esta pode ocorrer de várias formas entre elas as eletrônicas, sobretudo com um seleto grupo de pessoas que detêm a facilidade na expressão escrita, a internet se mostra uma promissora via para terapia e deve ser melhor estudada.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-90"></span></p>
<p>Sobre a terapia na internet algumas denominações estão sendo utilizadas, como: terapia on-line, psyberterapia, psyberpsicoterapia, psyberatendimento, cyberterapia, cyberpsicoterapia, cyberatendimento, e-terapia, webpsicoterapia, webpsicanálise, etc. Independentemente das denominações ou variantes, há uma ampla discussão sobre a validade das terapias não presenciais que utilizem qualquer tipo de meio de transmissão de dados na relação entre o terapeuta e o paciente.</p>
<p>O Conselho Federal de Psicologia &#8211; CFP, na resolução número 12, editada em agosto de 2005, evidencia, entre outros, os seguintes pontos:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>a resolução número 03 de 2000 fica revogada;</li>
<li> o trabalho do psicólogo deve ser conduzido por conhecimentos e técnicas fundamentados na ciência psicológica;</li>
<li> o código de ética profissional tem entre outros fundamentos a manutenção da confidencialidade e intimidade dos clientes e</li>
<li> o atendimento psicoterapêutico mediado via computador (e outros meios não-presenciais) não foram suficientemente estudados.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Na resolução 12 o CFP toma como base os tópicos acima, e também alguns outros que foram omitidos para simplificar este texto, para deliberar que o atendimento terapêutico ou psicoterápico via computador e/ou internet deve:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li> ser parte integrante de um projeto de pesquisa;</li>
<li> ser gratuíto;</li>
<li> tenha o protocolo de ética conforme o Conselho Nacional de Saúde;</li>
<li> o pesquisador, a pesquisa, o site, as respectivas páginas e os e-mails utilizados para troca de mensagens, devem estar credenciados junto ao Conselho Federal de Psicologia;</li>
<li> ter o consentimento expresso do paciente que irá se submeter a um processo experimental, cuja privacidade não poderá ser garantida;</li>
<li> permitir o direito do paciente desistir a qualquer tempo;</li>
<li> permitir ao paciente vetar a utilização de seus dados;</li>
<li> garantir ao paciente que qualquer dado publicado pelo pesquisador irá salvaguardar sua identificação;</li>
<li> garantir que todos os dados dos atendimentos serão criptografados e</li>
<li> informar imediatamente a todos envolvidos qualquer violação que comprometa a confidencialidade dos dados.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Há algumas modalidades de serviços não psicoterapêuticos mediados por computador são permitidos pelo Conselho Federal de Psicologia e podem ser cobrados, desde que o valor não seja utilizado como chamariz. Dentre estes serviços estão as orientações psicológicas de cunho genérico como: afetivo-sexual, profissional, aprendizagem, empresariais, ergonômica, etc.</p>
<p>Portanto, a psicoterapia via internet, até que se façam avanços teóricos necessários, é restrita às atividades de pesquisa e a internet mais um meio de comunicação como o telefone, fax, carta, etc.</p>
<p><strong>Referências bibliográficas</strong></p>
<p>Conselho Federal de Psicologia url: www.cfp.org.br</p>
<p>PRADO, Oliver Zancul.  Terapia via internet e relação terapêutica. São Paulo, 2002. Dissertação (Mestrado em Psicologia), Universidade de São Paulo, Departamento de Psicologia Clínica.</p>
<p>PRADO, O. Z.; MEYER, S. B. Avaliação da relação terapêutica na terapia assíncrona via internet.  Psicologia em Estudo, Maringá, v. 11, n. 2, p. 247-257, mai./ago. 2006. &gt;</p>
<p style="text-align: justify;">*Fonte: <a title="www.awmueller.com" href="http://www.awmueller.com/" target="_blank">http://www.awmueller.com</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.psicologiadigital.com/2009/07/03/terapia-pela-internet/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>
